Teresa Guilherme, em entrevista ao site atelevisão, confirma que a ‘Casa dos Segredos 5’ está em cima da mesa. A apresentadora diz que não faria sentido uma ‘Casa dos Segredos’ Especial de Verão, mas acha que a TVI devia ter apostado num Big Brother VIP.

Faz sentido uma Casa dos Segredos 5? Depois de tantas edições, acha que o público ainda vai manter o interesse?
Teresa Guilherme: Vai, obviamente que vai. Em espanha, agora em setembro, vai estrear o Big Brother 15. No Brasil estreou agora também o 14 (todos os anos têm uma edição). Portanto, aqui é assim porque parou, porque na verdade ela vai… A Casa dos Segredos não é mais do que a continuação do Big Brother. Chama-se Casa dos Segredos porque em França é uma edição francesa. Não é mais nada, aquilo é Big Brother na mesma. Não há aqui nenhuma confusão. E depois, a diferença do Big Brother para a Casa dos Segredos é que eles têm segredos e há a Voz.

Prevê muitas mudanças e remodelações na quinta edição?
Teresa Guilherme: Tem sempre mudanças. É que as pessoas quando dizem «é mais uma», nem sequer se lembram que a última já não teve as mesmas regras. A base são os segredos dos concorrentes, assim como a Voz, e depois há coisas que se podem inventar e moldar. E também depende muito dos grupos. Depende muito do que acontece com os grupos lá dentro. Por exemplo, no Big Brother VIP houve a casa dos ricos e dos pobres. Se a Casa dos Segredos voltar, trará concerteza algumas mudanças. A de Espanha é completamente diferente, assim como a da Austrália. Este ano há a do Brasil, completamente diferente, estreou há um mês. Todas têm um twist, todas têm uma mudança para surpreender o público e para surpreender também os concorrentes. Não deixa de ter os confessionários, não deixa de ter as nomeações, as expulsões… Tem uma base obviamente igual. E depois é ver como é que os concorrentes se movimentam no meio dessas dificuldades.

Entretanto, nos bastidores da TVI fala-se com frequência de um especial Casa dos Segredos, apenas com concorrentes da quarta edição, para estrear no início do verão. Confirma?
Teresa Guilherme: Não sei de nada. Não ouvi falar disso, sequer. Não faria sentido, acho eu. Misturá-los de várias casas faz sempre sentido. E voltar aos da Casa 4, como eles já estiveram, ou com os da Casa 3, como no Desafio Final, não faz sentido.

Portanto, só pretende regressar à televisão em setembro?
Teresa Guilherme: Não é o que eu pretendo, é o que está em cima da mesa. O que eu pretendo são outras coisas. Eu acho que devia haver um Big Brother VIP, mas de pouco tempo, como fazem em Inglaterra. Isso faz com que se possa ter uma outra envolvência, uma coisa mais rápida. Em Inglaterra dura oito dias, mas há outros sítios em que dura um mês, outros só dura 15 dias. E é uma coisa mais rápida, mais diferente do que a versão com os anónimos, porque se fica muito tempo fechado naquela casa. Ah, e não se vê a casa de banho, não se vê o duche, portanto, há uma privacidade para os VIPs, o que faz com que as idades sejam mais alargadas. Isso é diferente, isso é que eu gostava que acontecesse, antes da Casa dos Segredos. Devia haver um Big Brother curtinho (um mês, três semanas), com um prémio para uma instituição. E com alguma privacidade, entre aspas, que é o que faz mais com que as pessoas não queiram entrar. É assim, uma coisa é dar um mergulho numa piscina, outra coisa…

Por: BlogAzul.